segunda-feira, 29 de junho de 2009

LIVRO DIDATICO INFANTIL COM IMAGEM DE TORTURA CHOCA O PAIS.

A gravura do livro mostra ritual indigena. O livro esta sendo usado ha 3 anos, por escolas da Prefeitura do Rio. A imagem exibe uma cena de um empalamento, que era um castigo, onde introduziam, pelo anus, uma estaca aguda que atravessava os orgaos ate chegar a boca.
Os pais dos alunos ficaram assustados.

Fonte- www.odia.terra.com.br/portal/educacao

PRE ESCOLA AUMENTA EM 32% AS CHANCES DE ALUNO CONCLUIR ENSINO MEDIO.

Criancas que frequentam a pre-escola, ate 3 anos, tem 32% a mais de chances de concluir o ensino medio, segundo dados divulgados no Rio de Janeiro pelo ministro da Educacao, Fernando Haddad. Ao defender os esforcos que o pais tem realizado pera ampliar o numero de creches, ele disse que se for mantido o numero de matriculas efetuadas, o Brasil devera ter a universalizacao da pre-escola ate 2014.
Temos que pensar na esducacao de zero a tres anos e, sobretudo na alfabetizacao. (Palavras de Fernando Haddad).


Fonte - Jornal O Dia.

terça-feira, 26 de maio de 2009

Comissão do Senado aprova projeto para ampliar acesso à educação infantil

26 de Maio de 2009 - 14h27 - Última modificação em 26 de Maio de 2009 - 15h06


Brasília - A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou hoje (26) o Projeto de Lei nº 698 de 2007, que visa a ampliar a rede de creches e pré-escolas gratuitas e em tempo integral no país. A proposta, de autoria da senadora Patrícia Saboya (PDT-CE), ainda será analisada pelas comissões de Assuntos Sociais e de Educação, antes de seguir para a Câmara.

De acordo com o presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), Dioclécio Campos Junior, atualmente apenas 17% das crianças brasileiras de até 6 anos de idade têm acesso à educação, o que, para ele, é um atraso inaceitável. O pediatra avalia que incluir meninos e meninas nessa faixa etária no sistema de ensino é uma medida complementar à licença-maternidade de seis meses.

“É prosseguir no processo de criação de uma rede de proteção e de estimulação com segurança e qualidade na primeira infância, nos seis primeiros anos de vida”, disse Campos Junior, em entrevista à Rádio Nacional.

O pediatra destacou que essa fase é fundamental para a formação desenvolvimento infantil. “Nesse período é feito o desenvolvimento do cérebro, a diferenciação das estruturas que vão formando pouco a pouco a inteligência, o desenvolvimento mental, a personalidade, os comportamentos dos futuros cidadãos.”

Segundo ele, o projeto prevê a criação de espaços adaptados para crianças dessa faixa etária. “O que se pretende é garantir igualdade de direitos a todas as famílias brasileiras, independentemente da sua situação socioeconômica.”

Campos Junior ressaltou ainda a importância de a sociedade apoiar o projeto de lei. “O compromisso que nós temos com essas crianças deveria ser semelhante ao das populações indígenas. As etnias indígenas no Brasil que ainda não foram destruídas, exterminadas ou distorcidas pela colonização têm como princípio básico o seguinte: o cuidado com uma criança numa aldeia indígena não é de responsabilidade só dos pais, é de todos que compõem a aldeia. Portanto, a responsabilidade com a primeira infância no Brasil deve ser de toda a sociedade”, defendeu.


fonte:http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/05/26/materia.2009-05-26.6372684088/view

Comissão do Senado aprova projeto para ampliar acesso à educação infantil

BRASÍLIA - A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou nesta terça-feira o Projeto de Lei nº 698 de 2007, que visa a ampliar a rede de creches e pré-escolas gratuitas e em tempo integral no país. A proposta, de autoria da senadora Patrícia Saboya (PDT-CE), ainda será analisada pelas comissões de Assuntos Sociais e de Educação, antes de seguir para a Câmara.
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http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2009/05/26/comissao-do-senado-aprova-projeto-para-ampliar-acesso-educacao-infantil-756043167.asp

Justiça suspende cotas em universidades do Rio

RIO - O Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio suspendeu ontem a lei estadual 5.346, de 2008, que prevê o sistema de cotas para o ingresso, nas universidades estaduais, de estudantes negros, índios, egressos de escolas públicas e filhos de policiais e bombeiros. A Justiça atendeu a pedido de liminar feito pelo deputado estadual Flávio Bolsonaro (PP), que questiona a constitucionalidade da lei aprovada pela Assembleia Legislativa.

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http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2009/05/25/justica-suspende-cotas-em-universidades-do-rio-756034353.asp

COMO SE JÁ NÃO SOUBÉSSEMOS ...

Crianças brasileiras podem ir muito longe
A afirmação é do professor James Gabarino, da Universidade de Loyola, nos Estados Unidos e foi feita durante Seminário Internacional de Educação Infantil, em Brasília
Gisela Blanco (novaescola@atleitor.com.br)

O professor americano James Gabarino, da Universidade de Loyola, apresentou as principais causas dos chamados desvios de comportamento infantil e soluções práticas para o problema. Em uma conversa descontraída com o público do Seminário Internacional de Educação Infantil, na Câmara dos Deputados, em Brasília, Gabarino enfatizou que tudo é relativo quando se trata de Educação Infantil e ressaltou que é preciso conhecer a realidade local das crianças para poder ajudá-las.

Da mesma forma, não existe equação fácil para combater as dificuldades de aprendizagem. Mas é possível perceber alguns grupos de risco. 70% dos bebês agitados tornam-se crianças com dificuldades de ajuste nas escolas. Mas muitas crianças que vêm de situações de risco social resistem às más influências do ambiente, explica Garbarino. O pesquisador apontou que nos Estados Unidos um método muito eficiente de intervenção foi a visita de enfermeiras às residências das famílias com crianças pequenas. Assim, era mais fácil identificar abusos e maus tratos.

Outra preocupação e fonte de estudos para o professor é a violência entre jovens e crianças. Ele apontou que são seis os principais fatores de risco que influenciam o comportamento nessa faixa estária: ausência dos pais, problemas mentais, exposição a preconceito e racismo, uso de drogas, abusos e pobreza. E as estatísticas assustam: nos Estados Unidos, 60% das crianças estão expostas a pelo menos um desses fatores. A situação piora quando não há um cuidado com a saúde dos pais. Pesquisas relatadas pelo professor indicam que nas periferias dos Estados Unidos, cerca de 50% das mães sofrem de depressão severa. E quando mães e pais ficam deprimidos, diminui a capacidade de cuidar adequadamente das crianças. "Eles não conseguem nem cuidar de si mesmos, quanto mais dos filhos. Isso gera crianças igualmente deprimidas e sem esperança", explica Gabarino.

Mas se os Estados Unidos enfrentam essas dificuldades, que dirá o Brasil? Para o professor, o país precisa de políticas públicas eficientes e de um sistema educacional de qualidade, fornecido pelo Estado. Essas políticas devem ser desenvolvidas sob bases consistentes. "Pesquisas já nos mostram hoje, por exemplo, que é melhor dar dinheiro às mães do que aos pais. Elas costumam investir mais na educação dos filhos", diz.

Após a palestra, em entrevista a NOVA ESCOLA ON-LINE, Gabarino disse que enxerga nas crianças brasileiras uma enorme capacidade para enfrentar adversidades, principalmente nos primeiros anos de vida. Segundo ele, uma pesquisa desenvolvida na Suécia com a comunidade de uma favela no Rio de Janeiro identificou que apenas 3% das crianças se sentiam rejeitadas pelos pais. O mesmo estudo, com crianças da mesma faixa etária, concluiu que, nos Estados Unidos, elas apresentam um índice de 10% de sentimento de rejeição. A cultura brasileira, o jeito carinhoso e emotivo das pessoas aqui também ajuda a superar as dificuldades. Com boa ajuda profissional, as crianças brasileiras podem ir muito longe, sugere.



Publicada no novaonline.com.br

A intervenção pública em educação infantil nos Estados Unidos

10/2007



David K. Dickinson, da Universidade de Vanderbilt (EUA) foi o último palestrante do Seminário de Educação Infantil organizado pela Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, em Brasília na segunda-feira (15). Na sua fala, o professor norte-americano enfocou os modelos de intervenção norte-americanos no desenvolvimento da linguagem. Segundo ele, o domínio dos instrumentos lingüísticos possibilita a leitura, a fala e aumenta a capacidade de aprendizado dos alunos. "Pesquisas mostram que a linguagem das crianças aos três anos prediz o vocabulário que elas terão na 3ª série. Isso demonstra a urgência de se trabalhar logo cedo o desenvolvimento infantil nas comunidades carentes, onde os estudantes de baixa renda tendem a ficar para trás neste quesito", alerta.

O educador mostrou exemplos de intervenção educacionais de sucesso nos Estados Unidos. A maioria, voltados para populações carentes. Um dos mais eficientes, segundo o pesquisador, foi o modelo de visitas domiciliares feitas por enfermeiras. As visitas começam antes do bebê nascer. "São cerca de sete visitas antes e outras 18 depois que o bebê nasce, até os dois anos de idade", conta. Freqüentando a casa dos pais, as profissionais ensinam cuidados adequados, brincadeiras e formas de estímulo ao desenvolvimento infantil. Além disso, atuam como agentes sociais, identificando comportamentos de risco e maus tratos.

Outros programas, a exemplo do "Pais Como Professores", buscam desenvolver nos familiares algumas habilidades de educadores. Quem ensina os métodos são agentes treinados da própria comunidade. Já o "Vá e Leia", implementado por pediatras, distribui livros para as mães e estimula a leitura nas crianças. O pesquisador afirma que todos os programas contam com avaliação experimental rigorosa e supervisão de especialistas. "Quanto mais eficazes os programas, maiores impactos terão em famílias pobres. Mas para que os modelos de intervenção dêem certo, é preciso conhecer a realidade do local onde são aplicados. O desafio é grande, mas é muito compensador", garante.

O professor Odair José, que estava na platéia do seminário, garante que fará bom uso do conselho. Ele é secretário de educação de Coroatá, no Maranhão, município com cerca de 58 mil habitantes. "No meu município, possuímos somente uma creche para crianças de zero a três anos. Agora que sei a importância dessa faixa etária, quero tentar implantar o programa de visitas domiciliares. Mas é claro que vamos adaptá-lo à nossa realidade", promete.

E o resto do Brasil, vai aproveitar os ensinamentos colhidos no Seminário de Educação Infantil? O deputado Gastão Vieira (PMDB-MA), presidente da Comissão de Educação da Câmara e organizador do Seminário, espera que sim. Em entrevista exclusiva concedida a NOVA ESCOLA ON-LINE, o parlamentar adiantou que será preparado um seminário com especialistas brasileiros com base nas idéias colhidas no Seminário. "Dessa vez, não quisemos polemizar. Apenas apresentamos boas experiências. Mas a idéia final é elaborar uma lei que possa ser um norte político para a educação infantil no nosso país", disse.

Antes de encerrar sua palestra e o seminário, Dickinson deu os parabéns a todos os educadores presentes pelo Dia do Professor, comemorado na segunda-feira (15). Finalizou com um pedido: "todos vocês aqui presentes vão voltar amanhã para a dura realidade das salas de aula. Aproveitem para ajudar a criar redes de profissionais para difundir a importância da educação de zero a três anos".

Modelos de intervenção adotados nos Estados Unidos

Visitas Domiciliares Fornecem consultoria e apoio. Alguns contam com o auxílio de enfermeiras, outros de agentes da comunidade treinados e supervisionados. Geralmente são seguidas instruções contidas em um manual ou guia de orientação. Visitadores dão conselhos e apoio educacional. A ênfase está no desenvolvimento físico da criança.

Pais Como Professores Programa criado em 1981 e voltado para pais de primeira viagem. Agentes sociais ensinam a desenvolver habilidades para lidar com os filhos e responde a perguntas sobre cuidados com os bebês.

Famílias Saudáveis Nos hospitais, são identificados pais de "alto risco", que recebem acompanhamento especializado. O alvo são pais e mães com história de abuso de álcool e drogas, depressivos ou portadores de transtornos mentais. Tenta reduzir abusos, mals tratos e stress familiar.

Programa Domiciliar Pais-e-Filhos (PCHP) Iniciado em 1965, conta com agentes sociais que fornecem brinquedos e ensinam as mães a brincarem com os filhos. Objetiva desenvolver a linguagem e compreensão cognitiva em crianças de dois a três anos.

Leitura Dialogada Método de leitura de livros que incorpora a participação de crianças. O treinamento dos pais é feito por meio de vídeos que são vendidos comercialmente. Voltado para crianças de dois a três anos provenientes da classe média e baixa. Melhora vocabulário e estimula a leitura.

Estratégias para brincar (PALS) Voltado para crianças de 13 meses, ensina mães a interagir e estimular a linguagem dos filhos. Agentes sociais fazem visitas semanais, ensinando sempre uma nova habilidade. As mães praticam o que aprendem e gravam suas performances em vídeo para se auto-observar posteriormente. Muda o comportamento das mães e das crianças, que tornam-se mais comunicativas e cooperativas.

PALS II Semelhante ao programa anterior, porém voltado para crianças por volta dos 38 meses. Melhora a compreensão, vocabulário e linguagem dos meninos e meninas.

Vá Além e Leia Programa voluntário implementado por pediatras com o objetivo de encorajar leituras. A cada consulta, os médicos dão livros e orientam as mães. Amplamente disseminado e com boa aceitação, trabalha com custos muito baixos.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Comissão do Senado aprova cotas em creches e pré-escola para deficientes

Publicada em 05/05/2009 às 16h11m
O Globo


RIO - A Comissão de Educação do Senado aprovou nesta quarta-feira projeto de lei que reserva 10% das vagas de creches e pré-escolas públicas para crianças portadoras de necessidades especiais. No caso das instituições privadas, o projeto reserva uma cota de 5% das vagas para estabelecimentos com mais de 200 alunos. A matéria será apreciada agora pelo plenário do Senado. (Leia também: Unesco questiona cotas para deficientes).

O projeto é de autoria da senadora Maria do Carmo Alves (DEM-SE) e foi relatado por Flávio Arns (PT-PR). No parecer, o relator ressaltou que cabe ao Estado garantir a educação infantil, em creche e pré-escola, às crianças até 5 anos de idade. O parlamentar disse ainda que esse atendimento deve ser feito preferencialmente pela rede pública de ensino. (Veja também: Cota para deficientes passa na Câmara) .

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No caso das instituições privadas, o projeto reserva uma cota de 5% das vagas
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Flávio Arns acrescentou que o atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, de preferência na rede regular de ensino, e a execução de programas de prevenção e atendimento especializado aos portadores de deficiência física, sensorial ou mental, com o objetivo de promover a assistência integral dessas crianças, também são deveres do Estado