quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Escola terá de dar tratamento diferenciado a aluno de 6 anos
29/10/2009
As regras para o acesso ao ensino fundamental de nove anos vão exigir que as escolas ofereçam tratamento diferenciado para crianças que farão 6 anos depois do dia 1º de março, e que, portanto, deverão ser matriculadas na educação infantil.
Em 2010, o ensino fundamental passa a ter nove anos, mas para ser matriculado no primeiro deles o aluno deve ter 6 anos completos até o dia 1º de março. Antes, as escolas aceitavam matrículas de crianças com aniversário até 30 de junho.

http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2009/10/555274-escola+tera+de+dar+tratamento+diferenciado+a+aluno+de+6+anos.html

domingo, 25 de outubro de 2009

Criança que planejou crime em São Paulo...
A menina de 11 anos que matou a facadas uma criança de 6 anos na última quarta-feira (14) em Assis (a 434 km de São Paulo) confessou que o crime não foi um acidente, como havia dito antes, e que planejava jogar a outra menina em um bueiro, segundo a polícia. Durante o depoimento, a menina disse que tinha ciúmes da colega e se irritava quando era xingada.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u640461.shtml

domingo, 11 de outubro de 2009

Enem uma verdadeira fraude !!! Responde presidente...

Lula lamenta vazamento do Enem: 'Milhões de jovens foram prejudicados'

Para o presidente, mentor do vazamento da prova é ‘irresponsável’. Novo exame vai acontecer nos dias 5 e 6 de dezembro.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta-feira (9) que a pessoa reponsável pelo roubo de uma prova do Exame Nacional do Exame Médio (Enem) não prejudicou o governo, mas a tentativa de "milhões de jovens brasileiros" de ingressar em uma universidade. O exame, que seria realizado no último fim de semana, foi adiado para dezembro, após a constatação da tentativa de fraude. “Se a pessoa pensou que estava prejudicando o governo, a pessoa na verdade foi um irresponsável que prejudicou a tentativa de milhões de jovens de, através do Enem, entrar na universidade. Retardou, pelo menos, a pretensão desses jovens”, afirmou o presidente, em entrevista coletiva após encontro com o presidente da África do Sul, Jacob Zuma, no Itamaraty.

Veja mudanças em alguns dos principais vestibulares por causa do Enem

Lula disse não acreditar que alguém tivesse a intenção de roubar a prova para levar à imprensa e disse não saber se alguma pessoa se sentiria prejudicada com a aplicação do Enem neste ano. “A gente não pode afirmar a serviço de quem isso aconteceu, eu não sei quem é que se sente prejudicado pelo Enem”, disse. “É daqueles incidentes que ninguém quer. Eu, sinceramente, não posso acreditar que, no momento que está vivendo o Brasil, alguém tivesse a intenção de roubar uma prova do Enem e levar para a imprensa. Porque, antigamente, se levava para vender nos cursinhos. Eu não sei se tinha alguém que se sente prejudicado pelo Enem ou que sentia prejudicado e resolveu fazer com que o Enem não desse certo esse ano”, completou o presidente.

sábado, 10 de outubro de 2009

Notícia do MEC sobre a EI

Educação infantil deve ter projeto pedagógico Sexta-feira, 13 de março de 2009 - 15:13 Que tipo de formação devem ter os professores que trabalham na educação infantil? Que alimentos oferecer aos bebês na creche? Como deve acontecer a adaptação da criança? Orientações para dúvidas como essas são oferecidas pelo Ministério da Educação aos municípios que construíram ou estão construindo creches com recursos do governo federal, por intermédio do Proinfância.

A coordenadora-geral de educação infantil da Secretaria de Educação Básica, Rita Coelho, esclarece que o Proinfância (programa de construção e reforma de creches) foi criado pelo governo federal para fortalecer a política de educação infantil nos municípios e apoiar a sua expansão. De 2007 a 2008, o Proinfância investiu na construção de 973 creches em 939 municípios, e a meta de 2009 é construir 500 novas unidades.
Além de definir três tipos de projetos arquitetônicos para a construção de creches, o MEC orienta a aquisição do mobiliário e dos equipamentos, que devem ser certificados, para atender às particularidades da educação infantil. Segundo Rita Coelho, os municípios têm autonomia para construir o projeto pedagógico, mas também podem solicitar assessoria à Secretaria de Educação Básica (SEB) do ministério.

Rita Coelho explica que a educação infantil é uma etapa da educação básica, não um curso livre, e tem que ter objetivos educacionais; portanto, necessita de planejamento. Nesse contexto, os professores devem saber que vivências precisam proporcionar à criança, em cada etapa da vida, para o seu pleno desenvolvimento. A educação infantil vai dos primeiros dias de vida aos cinco anos e 11 meses.

A coordenadora Rita Coelho diz que a proposta pedagógica deve levar em conta uma série de pontos, entre eles, a estrutura e a organização da escola de educação infantil, as rotinas e as atividades do cotidiano do aluno, a organização dos espaços de alimentação, repouso, lazer, banho. A formação de professores está determinada na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB): ensino médio, na modalidade magistério ou pedagogia.

Atendimento – Em 2008, a Secretaria de Educação Básica realizou encontros em 23 pólos para atender pedidos de informações de municípiossobre a proposta pedagógica da educação infantil. As principais dúvidas diziam respeito à formação de professores, à alimentação das crianças e à autorização de funcionamento de creches e pré-escolas. Quando as dúvidas são comuns, a SEB faz orientação em grupo, mas os municípios também podem solicitar informações diretamente à coordenação de educação infantil da secretaria.

Ionice Lorenzoni

Palavras-chave: pro infantil, projeto, pedagógico

Campos de minas na Colômbia destroem infância.

Assista ao vídeo:

http://pt.euronews.net/2009/09/03/campos-de-minas-na-colombia-destroem-infancia-de-criancas/

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

O assunto é sexo e é sério.

Uma menina de 9 anos de idade chegou em casa e contopu a mãe que um colega tinha tentado enfiar um lápis em sua "perereca". A mãe assustada, foi à escola ( uma unidade da rede municipal de São Paulo )e denunciou a "tentativa de estupro. O psicólogo Ricardo de Castro e Freire, ao ser informado da situação, procurou a direção e disse: " Precisamos de um projeto de Orientação Sexual. As crianças fazem isso por curiosidade, mas precisam aprender a respeitar seu corpo e o dos outros, e os professores devem saber o que fazer nessas horas".
Querer ver e tocar os órgãos genitais e falar palavróes são atitudes que ocorrem com frequencia nas salas de aula, inclusive na presença dos professores. Muitos porém, preferem igmorar esses comportamentos seja por não ter formação específica, seja não se sentir à vontade para conversar com as crianças sobre o tema. Essa omissão leva os alunos a achar que temas relativos à sexualidade não devem ser discutidos com os adultos. Curiosos, vão continuar procurando informações com os colegas e, não raro, ouvir comentários equivocados em resposta.
Segundo o psicólogo Antonio Carlos Egypto, fundador do Grupo de Trabalho e pesquisa em Orientação Sexual (GTPOS), todas as escolas deveriam ter projetos específicos sobre o tema desde as classes de Educação Infantil: "Até o 5º ano, a principal tarefa do professor é observar as atitudes das crianças. Nem sempre as dúvidas são expressas em palavras. Mas, se um garoto abaixa a calça pu levanta a saia da coleguinha, é hora de conversar sobre as diferenças entre meninos e meninas.
Organizar palestras isoladas não surte efeito. O que funciona mesmo é trabalhar os assuntos sem medo nem preconceito afinal, algumas das questões precisam ser retomadas com diferentes graus de aprofundamento conformemudam as dúvidas e o nívelde compreensão dos estudantes.
Para que haja uma preparação entre a equiepe e os pais o primeiro passo é o próprio professor refletir e relativizar as noções que tem sobre sexualidade. "Nessa área, educar não é passar opiniões nem valores para os alunos, mas discutir a realidade para que cada um possa escolher seu caminho de forma responsável e consciente".Poe exemplo, de nada adianta discutir numa sala de aula a importância de respeitar a opção sexual se em outra, um professor faz piadas desrespeitosas para com os homoxessuais.O ideal é a equipe toda intervir com um discurso semelhante.


Textos de formação escritos por Maria Helena Vilela e fórum de discussão sobre sexualidade.
www.novaescola.org.br

Mais importante que copiar e decorar é compreender.

Um estudo do Instituto de Estatística da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), feito entre 2005 e 2007 em escolas primárias de 11 países da América Latina, da Ásia e da África, revela que o Brasil é um dos líderes na utilização de métodos mecânicos. Conheça os números e a opinião de Lino de Macedo, da Universidade de São Paulo.
91,6% copiam conteúdo do quadro negro." Copiar só tem sentido se o aluno participou da elaboração de material. Se a cópia foi imposta pelo professor, é comum faltarem trechos".
64,2% recitam tebelas e fórmulas. "Fórmula é ponto de partida. É preciso conhecer sua composição e como ela funciona para enxergar o valor agregado."
63,8% das classes repetem sentenças. "O aluno precisa entender o que está errado em para mim fazer, por exemplo. Mesmo repetindo a sentença correta cárias vezes, ele vai continuar falando errado no dia a dia.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Assim não dá!

"Nasceu gebte,é inteligente".Essa máxima de Jean Piaget (1896-1980) resume bem quão absurdo é considerar um estudante incapaz de aprender. Diante de dificuldades de aprendizagem, o professor deve investigar o que impede a compreensão do conteúdo. Esse é um dos desafios de quem educa: descobrir maneiras diferentes de ensinar a mesma coisa, já que os estudantes tem ritmos e históricos variados. Tambem é papel do educador se questionar sobre a abordagem do conteúdo. Ela despertou curiosidade? O individuo encontrou utilidade no que foi apresentado? É com base nestas indagações(e nas respostas) que o professor deve pensar como expor o tema, que atividades propor e como avaliá-las. Ainda assim, todos tem o direito de perguntar o que não entenderam quantas vezes quiserem, sem medo de ser rotulados, ameaçados ou castigados. Os alunos precisam acreditar que o educador gosta de ensinar e, mais do que isso, saber que ele está cumprindo sua função. Nas séries iniciais, é comum (e normalíssino ) encontrar crianças com dificuldades de aprendizado. Classificar tais dificuldades como dislexia, por exemplo, não representa o melhor caminho. Também é facil ver estudantes aptos para algumas disciplinas, mas nem por isso é correto classificá-los como incapazes em relação a outros. Todos podem desenvolver suas capacidades intelectuais e cognitivas. É a ação do professor que faz a diferença.
Consultoria Esther Pillar Grossi, professora e fundadora do grupo de Estudos sobre educação, Metodologia de pesquisa e Ação (Geempa).